Vegetação nativa preservada além do exigido, recuperação de áreas degradadas e práticas como integração lavoura-pecuária-floresta podem gerar créditos de carbono. Antes de qualquer contrato, é preciso saber se o seu imóvel tem potencial e se a documentação permite. É isso que a Agrarius avalia.

O produtor rural gera crédito de carbono quando comprova que sua propriedade retira ou deixa de emitir gases de efeito estufa além do que a lei já exige: mantendo vegetação nativa excedente, restaurando áreas degradadas ou adotando práticas como recuperação de pastagem e integração lavoura-pecuária-floresta.
Cada tonelada de CO2 equivalente comprovada vira um crédito, verificado por uma certificadora e vendido no mercado voluntário. A Lei 15.042/2024 criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões e reconheceu esse mercado.
Antes de qualquer contrato, o imóvel precisa estar com matrícula, georreferenciamento, CAR e CCIR em dia. Sem isso, o projeto não passa na verificação.
| Item | Resposta |
|---|---|
| Fontes de crédito | Vegetação excedente, restauração e manejo de solo e pastagem |
| Unidade | 1 crédito = 1 tonelada de CO2 equivalente |
| Base legal | Lei 15.042/2024 (SBCE) |
| Pré-requisitos | Imóvel regular: matrícula, georreferenciamento, CAR e CCIR |
| Riscos | Contratos longos, exclusividade e divisão de receita |
| Primeiro passo | Diagnóstico do potencial do imóvel |
Áreas de vegetação nativa além da reserva legal e das APPs.
Práticas que aumentam o carbono no solo e na biomassa.
O mercado brasileiro de carbono ganhou lei própria em 2024, mas os créditos rurais ainda são negociados principalmente no mercado voluntário, com metodologias e certificadoras internacionais. Projetos levam anos, têm custos de certificação e dependem de monitoramento.
Antes de assinar, verifique prazo do contrato, divisão das receitas, quem paga a certificação, restrições de uso da área e o que acontece se você vender o imóvel. Nosso diagnóstico ajuda você a negociar sabendo o que a sua terra tem.
Matrícula, CAR e mapas do imóvel.
Mapeamos vegetação, áreas degradadas e uso atual com imagens e drone.
Estimamos as áreas elegíveis e os caminhos possíveis.
Orientação sobre regularização, parceiros e contratos.

Daniel Cândido, engenheiro agrônomo, coordena cada processo ambiental: do diagnóstico em campo ao protocolo no órgão, com ART.
O diagnóstico é a etapa de menor custo. O que define o investimento total:
| Fator | Como influencia o valor |
|---|---|
| Situação documental | Pendências precisam ser resolvidas antes |
| Tipo de projeto | Conservação, restauração ou manejo |
| Área elegível | Tamanho da área que gera crédito |
| Certificação | Custos da metodologia, validação e verificação |
| Modelo de contrato | Quem paga as etapas e como a receita é dividida |
Mande a matrícula e o CAR. Avaliamos se vale a pena antes de você assinar qualquer contrato.
Não há valor garantido. Depende da área elegível, da metodologia, da certificação e do preço do crédito. O diagnóstico mostra se vale a pena seguir.
Algumas metodologias agrupam vários imóveis. Avaliamos o seu caso.
Sim. A regularidade ambiental e fundiária é pré-requisito para qualquer projeto sério.
Não. É preciso ter área elegível e comprovar resultado além do que a lei já exige, como a reserva legal mínima.
Muitos projetos têm duração de 20 a 40 anos. Por isso, leia as cláusulas de exclusividade e saída com atenção.
Sim. CAR, georreferenciamento e matrícula em dia são pré-requisitos na maioria das metodologias.
Atendemos Planaltina/GO, todo o Distrito Federal e as cidades do entorno. Orçamento pelo WhatsApp, sem compromisso.
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